sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O rap voltado para a comunidade indígena

O terceiro Festival Conexão Hip Hop leva oficina de Mestre de Cerimônias para a aldeia Jaguapiru. O MC é o cantor de rap, que tem como finalidade expressar a realidade em que está inserido nas suas letras. Conhecimento literário, pesquisa e noções básicas de gravação são fundamentais para desempenhar a função.

O rap é instrumento fundamental na conscientização social e na participação de comunidades menos favorecidas na sociedade. O rapper Higor Marcelo Lobo Vieira, do grupo Fase Terminal, e representante da CUFA-MS é o responsável pela oficina que acontece no NAM – Núcleo de Atividades Múltiplas- Jaguapiru, de 14 a 17 de dezembro, das 13 às 17h.

As atividades realizadas têm como finalidade desenvolver a percepção musical nos participantes. Para isso, conceitos teóricos e práticos serão ministrados. “É uma ação sócio-cultural e educacional que oferece aos jovens a possibilidade de se expressar e contar/cantar sua realidade, tornando-os protagonistas de sua própria história”, disse Higor sobre a oportunidade.

Aptidões para composição como rimas, métrica, formas de cantar, expressão corporal, musicalidade, e presença de palco serão mostrados. Além disso, será feita uma pesquisa sobre temas abordados nas letras de rap e também noções básicas de gravação de áudio.

Os interessados em participar da oficina de Mestre de Cerimônia do Conexão Hip Hop devem procurar o Nam da aldeia Jaguapiru. Informações podem ser conseguidas pelo telefone 3411-3612 ou pelo site http://www.ufgd.edu.br/proex/coc/conexao-hip-hop.

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